É quase uma máxima: “precisamos amar para não adoecer”, escreveu S. Freud, pai da Psicanálise e precursor da terapia pela fala, mas por trás desse sentimento que, normalmente, imaginamos voltado ao outro está também a capacidade de amar a si próprio. Possivelmente, o propósito de todo processo psicológico seja um pouco esse: conjugar a capacidade de amar – em relação ao outro, mas também a si. Quer tentar?!


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“Não me pergunte quem sou e não me peça para

permanecer o mesmo.”

Michel Foucault

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Levantamento mostrou que a qualidade da rede de relacionamentos das pessoas é baixa e que interações presenciais, olho no olho, tendem a trazer mais felicidade

Fonte: Folha de S. Paulo